IAP - Instituto Ambiental do Paraná

IAP - Instituto Ambiental do Paraná


IAP - Instituto Ambiental do ParanáInstituto Ambiental do Paraná, instituído em 1992; sucessor de instituições cujas origens remontam quase aos tempos da emancipação política do Paraná; o Instituto de Terras, Cartografia e Florestas (ITCF) teve sua origem em 1923 na Inspetoria de Terras e Colonização, passando a Departamento de Geografia, Terras e Colonização, em 1942 e transformando-se na Fundação Instituto de Terras e Cartografia, em 1972; ganhou atribuições relativas à proteção florestal em 1985; em 1992, houve a fusão da Superintendência dos Recursos Hídricos e Meio Ambiente (SUREHMA) e do Instituto de Terrras Cartografia e Florestas (ITCF), dando origem ao atual Instituto Ambiental do Paraná - IAP, hoje vinculado à Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos - SEMA.

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Temas de Interesse Ambiental

Temas de Interesse Ambiental

Reserva da biosfera

O programa do Homem e Biosfera, das Nações Unidas, iniciou um projeto de estabelecimento de reservas da biosfera em 1970. Estas reservas devem incluir: amostras de biomas naturais; comunidades únicas ou áreas naturais de excepcional interesse; exemplos de uso harmonioso da terra; exemplos de ecossistemas modificados ou degradados, onde seja possível uma restauração a condições mais naturais. Uma reserva da biosfera pode incluir unidades de conservação como parques nacionais ou reservas biológicas.
Reserva do patrimônio mundial
Reserva do patrimônio mundial

A Conservação Internacional para a Proteção do Patrimônio Cultural (Unesco-1972) prevê a designação de áreas de valor universal como reserva do patrimônio mundial. Essas reservas devem preencher um ou mais dos seguintes critérios: conter exemplos significativos dos principais estágios da evolução da Terra; conter exemplos significativos de processos geológicos, evolução biológica e interação humana com o ambiente natural; conter únicos, raros ou superlativos fenômenos naturais, formações de excepcional beleza; conter hábitat onde populações de espécies raras ou ameaçadas de extinção possam ainda sobreviver.
Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN)
Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN)

Área de domínio privado onde, em caráter de perpetuidade, são identificadas condições naturais primitivas, semi-primitivas, ou cujo valor justifique ações de recuperação destinadas à manutenção, parcial ou integral, da paisagem, do ciclo biológico de espécies da fauna e da flora nativas ou migratórias e dos recursos naturais físicos, devidamente registrada. Áreas consideradas de notável valor paisagístico, cênico e ecológico que merecem ser preservadas e conservadas às gerações futuras, abrigadas da ganância e da sanha predadora incontrolável dos destruidores do meio ambiente. Esta categoria de unidade de conservação foi criada pelo Decreto nº. 98.914, de 31 de janeiro de 1990. Compete, contudo, ao IBAMA, reconhecer e registrar a reserva particular do patrimônio natural, após análise do requerimento e dos documentos apresentados pelo interessado. O proprietário titular gozará de benefícios, tais como isenção do Imposto Territorial Rural sobre a área preservada, além do apoio e orientação do IBAMA e de outras entidades governamentais ou privadas para o exercício da fiscalização e monitoramento das atividades desenvolvidas na reserva.
ONG - Organização Não Governamental
ONG

Organização não governamental; expressão difundida a partir dos Estados Unidos (em inglês non governmental organization/NGO) para designar grupos de ação independente, sem vinculação com a administração pública; usado para designar as associações ambientalistas. (2) Organizações Não Governamentais, grupos de pressão social, de caráter diverso (ambientalistas, étnicos, profissionais etc) que não tenham relação com o Estado(Glossário Ibama, 2003).
Natureza
Natureza

Em ciências ambientais, tudo o que existe, exceto as obras humanas, mas incluindo os humanos. (2) Designação genérica para os organismos vivos e seu ambiente; o mundo natural.
Monumentos Naturais
Monumentos naturais

As regiões, os objetos, ou as espécies vivas de animais ou plantas, de interesse estético ou valor histórico ou científico, aos quais é dada proteção absoluta, com o fim de conservar um objeto específico ou uma espécie determinada de flora ou fauna, declarando uma região, um objeto, ou uma espécie isolada, monumento natural inviolável, exceto para a realização de investigações científicas devidamente autorizadas, ou inspeções oficiais (Decreto legislativo nº 03, de 13.02.48). (2) Formações de caráter excepcional cuja preservação é de interesse público (por exemplo: uma árvore, fontes, rochas, afloramentos geológicos, cavernas, montanhas, serras).
Jardins Botânicos
Jardins botânicos
Unidades de conservação que visam à preservação e propagação de espécies da flora e também à educação do público visitante dessas áreas. Atuam na manutenção dos processos ecológicos e sistemas vitais essenciais, preservação da diversidade genética e apoio à utilização sustentável das espécies vegetais e dos ecossistemas nos quais ocorrem.
Ibama

Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, órgão executor da Política de Meio Ambiente em nível nacional. Criado em 1989 (Lei n.° 7735) pela fusão do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF), Secretaria Especial de Meio Ambiente (SEMA), Superintendência da Borracha (SUDHEVEA) e Superintendência da Pesca (SUDEPE). Regulamentado pelo Decreto n.° 97946, de 11 de julho de 1989.
Inmetro

Órgão de normalização do Governo Federal, que possui uma Comissão Técnica de Certificação Ambiental, cuja finalidade é estabelecer a estrutura para o credenciamento de entidades de certificação de sistemas de gestão ambiental, de certificação ambiental, de produtos de auditores ambientais, garantindo a conformidade com as exigências internacionais.

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Silício no Brasil

Silício no Brasil

Silício no BrasilO BRASIL NA PRODUÇÃO DE SILÍCIO PARA PAINÉIS SOLARES

Uma pesquisa para a obtenção de silício de alta pureza, que serviria à indústria de energia solar e eletrônica, está sendo desenvolvido pelo Centro de Tecnologia Mineral (Cetem), unidade de pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia. Para isso, o Cetem tem a parceira da Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais (Cetec) e da Universidade de Campinas (Unicamp), entre outros. Segundo o diretor do Cetem, Adão Benvindo da Luz, o governo federal está montando um programa para a obtenção de silício para a área de energias alternativas. E o Cetem colabora com esse esforço, segundo disse Adão da Luz durante as comemorações dos 30 anos de atividades do CETEM na área de tecnologia mineral.
Cadeia produtiva do silício

O silício é matéria-prima usada para a fabricação dos painéis solares, que usam células fotovoltaicas, para transformar a energia solar em energia elétrica. O grande desafio agora é você produzir esse silício de grau solar porque, no momento, ele é importado", esclareceu. Hoje, o país fabrica as células fotovoltaicas, mas não produz o silício de grau solar. "Essa cadeia precisa ser fechada", observou o diretor do Cetem. "É um programa de médio a longo prazo", afirmou. Os investimentos deverão ser oriundos do fundo setorial CT Energia.
Silício grau solar

A expressão grau solar refere-se ao nível de pureza do silício que deve ser alcançado para que as células solares sejam eficientes. O grau menos puro do silício, utilizado para fabricação de aço, é chamado grau metalúrgico. A fabricação de chips de computador exige a mais alta pureza, chamada grau eletrônico.

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Hidrogênio

Hidrogênio

HidrogênioHidrogênio produzido por fotossíntese artificial já não depende de metal nobre
Várias alternativas estão sendo pesquisadas para viabilizar a produção sustentável do hidrogênio, considerado o combustível do futuro. Atualmente, a produção de hidrogênio em escala industrial utiliza combustíveis fósseis, principalmente gás natural, o que anula suas vantagens.

Catalisador sem platina
Já existem soluções em fases adiantadas de desenvolvimento, sendo avaliadas no quesito viabilidade econômica. É justamente na economia que se destaca a pesquisa de um grupo de cientistas franceses que acaba de ser divulgada: eles conseguiram produzir hidrogênio sem utilizar a platina como catalisador. Por ser um metal nobre, a platina torna economicamente inviável grande parte das soluções tecnicamente possíveis.

Cobalto supramolecular
Os pesquisadores da Universidade Joseph Fourier, em Grenoble, criaram um sistema molecular baseado no cobalto, um metal ferromagnético empregado principalmente na fabricação das chamadas superligas, ligas de aço resistentes à corrosão. O cobalto é capaz de desempenhar um duplo papel, atuando tanto como elemento fotossensibilizador quanto como catalisador, graças à sua natureza essencialmente supramolecular - capaz de estabelecer ligações reversíveis por meio das forças intermoleculares e não por meio de ligações covalentes.

Fotossíntese artificial
As pesquisas que tentam desenvolver novas formas de produção de hidrogênio essencialmente tentam reproduzir o que as plantas fazem durante a fotossíntese. Para replicar esse processo natural, os cientistas estão tentando desenvolver sistema moleculares capazes de fotossensibilização - capturando a energia da luz - e de catálise - utilizando a energia coletada para liberar o hidrogênio da água. 

Rutênio e molécula orgânica
Os pesquisadores franceses conseguiram eliminar totalmente a necessidade da platina, mas ainda dependem do rutênio, outro metal nobre e caro. Isto porque, segundo seus dados, o cobalto é muito mais eficiente do que a platina em utilizar a luz do Sol para arrancar os elétrons da molécula orgânica e usá-los para quebrar a molécula de água. Embora o objetivo último dos pesquisadores seja utilizar a água como fonte tanto de prótons quanto de elétrons, evitando-se assim a utilização de uma molécula orgânica, o estudo representa um progresso considerável rumo a uma espécie de fotossíntese artificial, mais especificamente, da fotoprodução de hidrogênio.

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Nanocristais e Energia Solar

Nanocristais e Energia Solar

Nanocristais e Energia SolarCientistas do Laboratório Nacional Los Alamos, nos Estados Unidos, descobriram que um fenômeno chamado "multiplicação das portadoras", no qual nanocristais semicondutores reagem a fótons produzindo múltiplos elétrons, é aplicável a uma gama muito maior de materiais do que se pensava até agora. Ao criar uma "avalanche" de elétrons, os nanocristais permitirão a construir de células solares com uma potência de saída muito maior. Isso abre caminho para novas tecnologias fotovoltaicas - ou energia solar - que converte os fótons da luz do sol em energia elétrica - que são elétrons em movimento. Quanto mais elétrons um fóton consegue excitar, maior será a corrente elétrica gerada pela célula solar. Eles demonstraram que a multiplicação das portadoras não ocorre unicamente nos nanocristais de seleneto de chumbo, mas se dá também com altíssima eficiência em nanocristais de outros compostos, como seleneto de cádmio. Além disso, a pesquisa esclarece o mecanismo da multiplicação das portadoras. O fenômeno nunca foi observado em materiais macroscópicos e se baseia inteiramente nas propriedades únicas da física quântica. É por isto que é o tamanho da partícula, e não sua composição, que é o principal determinante da eficiência do efeito." "Em cristais nanométricos, as fortes interações elétron-elétron tornam os elétrons de alta energia instáveis. Estes elétrons somente existem em seu chamado estado virtual por um instante, antes de se passarem a um estado mais estável, que compreende dois ou mais elétrons," explica um dos pesquisadores da equipe, o Dr. Victor Klimov. Outra aplicação possível desses nanocristais está nas tecnologias de geração de combustível por processos solares. O principal exemplo é a quebra da molécula da água para produção de hidrogênio, por meio de foto-catálise. Esse processo exige quatro elétrons por molécula de água e sua eficiência pode ser incrivelmente melhorada se esses múltiplos elétrons puderem ser produzidos pela absorção de um único fóton.

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Energia solar é armazenada quimicamente de forma eficiente


Energia solar é armazenada quimicamente de forma eficiente

Energia solar é armazenada quimicamente de forma eficiente
Energia solar é armazenada quimicamente de forma eficiente

Engenheiros do Instituto Paul Scherrer, Suíça, conseguiram romper uma das maiores barreiras ao uso disseminado da energia solar: eles provaram ser técnica e economicamente viável o armazenamento da energia elétrica gerada a partir da luz do sol. A energia solar foi aproveitada em um reator que atinge temperaturas de 1.200 graus Celsius. O reator, fabricado na Suiça, foi instalado em uma indústria em Israel. A redução do óxido de zinco, gerando o zinco metálico puro, é uma forma interessante de se armazenar quimicamente a energia do sol: além de poder ser utilizada quando for necessária, ela pode ser transportada. O zinco pode ser utilizado tanto para a fabricação de baterias como para a produção de hidrogênio, reagindo com vapor de água. Em ambos os casos o zinco se recombina com o oxigênio, gerando novamente o óxido de zinco original. Esse, por sua vez, pode voltar ao início do processo. Após testes exaustivos com protótipos de reatores em nosso forno solar, começou a funcionar com sucesso nossa planta-piloto, no Instituto de Ciências Weizmann, em Rehovot, próximo a Tel Aviv," comemorou Christian Wieckert, coordenador do projeto. Os primeiros testes da usina solar de geração de energia elétrica empregaram 30 por cento da energia solar disponível, produzindo 45 quilos de zinco por hora, um volume superior ao esperado inicialmente. Para que se compare às plantas tradicionais de produção de zinco, os pesquisadores afirmam ser necessário atingir uma eficiência entre 50 e 60 por cento. O sucesso deste projeto solar abre caminho para o emprego em larga escala de um processo termoquímico, no qual a energia solar pode ser armazenada e transportada na forma de um combustível químico. No processo, o zinco é combinado com carvão, coque ou biomassa de carbono, que agem como um agente reativo. A eficiência do novo reator permite que o agente reativo utilizado seja apenas metade daquele empregado nas operações tradicionais.

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